Agenda 2030 da ONU.

Serpro lidera debate global sobre soberania digital na Espanha: “Responsabilidade sobre dados críticos do Estado é indelegável”

Um caminho sem volta: Serpro consolida modelo de soberania digital como pilar da transformação do Estado brasileiro
O Serpro reforçou sua defesa da soberania digital como eixo estruturante da transformação do Estado brasileiro durante participação no Huawei Cloud Summit, realizado na Espanha como atividade paralela ao Mobile World Congress.

No painel “Nuvem Soberana do Serpro: a base da soberania digital e da transformação inteligente acelerada” , o presidente Wilton Mota apresentou o modelo de infraestrutura nacional adotado pela empresa para a gestão de dados críticos e sistemas estruturantes da administração pública.

Soberania digital é autonomia real
Durante a apresentação, Wilton destacou que soberania digital vai além da escolha de fornecedores:

“A Nuvem Soberana é mais do que infraestrutura tecnológica. Ela é um ativo estratégico do país. Estamos falando da capacidade de o Estado brasileiro manter controle integral sobre dados críticos, plataformas e capacidade de processamento, com gestão 100% nacional” , disse Mota.

E completou: “Queremos garantir que decisões sobre arquitetura, operação, segurança e evolução tecnológica estejam sob responsabilidade do próprio Estado. Soberania digital significa autonomia real, ainda que utilizando tecnologias de parceiros ao redor do mundo” .

Modelo brasileiro combina autonomia e pluralidade
A infraestrutura operada pelo Serpro é gerida por profissionais da empresa, com dados mantidos em território nacional e sob governança estatal. O modelo assegura que informações estruturantes da União permaneçam exclusivamente sob jurisdição brasileira.

Maior broker de nuvem para o setor público, o Serpro opera modelo multicloud para nuvens públicas, soluções híbridas e a oferta de Nuvem Soberana:

Trabalha com diferentes provedores globais

Mantém governança da arquitetura sob responsabilidade nacional

Garante operação e controle dos ambientes por profissionais brasileiros

“De acordo com a natureza dos dados e o nível de criticidade do sistema, podemos estruturar ambientes em nuvem híbrida ou em nuvem 100% soberana. Para nós, a responsabilidade sobre dados críticos do Estado é indelegável” , concluiu Mota.

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